IRIZAR

IRIZAR E EMPRESA REUNIDAS PAULISTA FECHAM MAIS UMA GRANDE PARCERIA

Irizar e Empresa Reunidas Paulista (da cidade de Araçatuba no Oeste Paulista), concretizaram a negociação de venda e compra respectivamente, de 50 carrocerias Century, firmando assim a continuidade de uma grande parceria iniciada há anos.

Com esta aquisição, a Empresa Reunidas Paulista passa a ter 100 carrocerias Irizar/Century, tornando-se como empresa em separado, o maior cliente Irizar, motivo de muito orgulho, face ao porte da Empresa Reunidas Paulista no que diz respeito ao profissionalismo com que é feita sua gestão e o respeito por seus clientes.

Já estão em produção as 10 primeiras unidades, com início de entrega nesta semana.

As demais unidades serão entregues entre Agosto e Outubro.

A encarroçadora de ônibus rodoviários IRIZAR, cuja matriz está sediada em Ormaiztegi, país Vasco localizado no norte da Espanha, iniciou suas atividades no Brasil em julho de 1998, estando situada em Botucatu, no Estado de São Paulo. A unidade brasileira da Irizar possui 39 mil m² de área total e 22.500 m² de área construída e capacidade para produzir quatro veículos por dia. Hoje, conta com 325 funcionários e tem como objetivo de atender não apenas o mercado brasileiro, mas toda a América Latina, produz os modelos Century e Intercentury.

Fonte: ShopTrans

APAIXONABUS

http://apaixonabus.nafoto.net

CAIO INDUSCAR

Carrocerias Caio desfilam no PAN 2007

Durante os Jogos Pan-americanos 2007, no Rio de Janeiro, podem ser vistos atletas participantes dos jogos, nacionais e internacionais, sendo transportados com conforto e segurança por ônibus com carrocerias Caio. Motoristas, passageiros e equipes de imprensa que utilizam esses ônibus dizem: "É a carroceria mais bonita do mercado, inclusive na parte interna e acabamento".

Fonte: Milbus

EM SALVADOR, 8 ASSALTOS A ONIBUS NAS ULTIMAS 24 HORAS!

MATO GROSSO DO SUL

Nelsinho anuncia construção de dois terminais de ônibus
 
Milena Crestani e Jorge Franco

O prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad (PMDB), anunciou hoje, durante solenidade na Base Aérea, que devem ser construídos ainda neste ano dois terminais de transbordo do transporte coletivo urbano.

Um dos terminais deve ser construído na Rua Joaquim Murtinho, esquina com a Rua Itajaí, no bairro Miguel Couto, em frente à Escola Estadual Hércules Maymone. Em março deste ano, a Prefeitura obteve na Justiça autorização para desapropriação da área.

O outro terminal, segundo o prefeito, deve ser construído na rotatória da Avenida Tamandaré.

Fonte: Midimax

RONDONIA

Calvário: ônibus superlotados, sujos e sucateados amargam os usuários de Porto Velho
Geral - , 20/07/07 10:18

 Sem nenhum poder de decisão nos preços das tarifas, o usuário de transporte coletivo da capital não tem outra opção a não ser disputar um lugar nos ônibus, na maioria das vezes superlotados, que circulam pela cidade.

A guerra começa logo cedo, a caminho do trabalho – e padrão inflexível não aceita como pretexto a falta de transporte. Enquanto isso, cerca de cem pessoas tem de se acomodar num veículo que deveria conduzir, no máximo, sessenta.

Espremidos, feito sardinha em lata, passageiros de bairros como Tancredo Neves, Juscelino Kubitschek, Mariana, Caladinho, Jardim Eldorado, dentre outros, padecem, diariamente, ao entrar num ônibus.

Entretanto, a superlotação não é o único problema. A sujeira chega a causar asco. A maioria dos veículos está, literalmente, caindo aos pedaços. Noutros, o ar condicionado não funciona, as janelas estão emperradas, os assentos quebrados, os freios falham, a corda da companhia é curta, os pneus estão carecas, enfim, um caos.

A comparação, feita por um usuário, não caberia melhor: viajar de ônibus, na cidade de Porto Velho, é como ir para o purgatório, ou, então, provar um provar um pouco do inferno.

Com gente saindo pelo ladrão, como diz o aforismo popular, o ar tornar-se insuportável. São pessoas querendo descer, mas não conseguem; crianças sendo pisoteados e idosos, desrespeitados.

Para completar esse ciclo de horror, algumas empresas, simplesmente, retiraram os bancos dos corredores, e os chamados carros de boi, proliferam pelas ruas, sem que seus proprietários sejam incomodados pela fiscalização.

No final, a corda vai acabar, mais uma vez, no pescoço do usuário, enquanto os que deveriam defendê-lo permanecem inertes e abúlicos, submissos aos devaneios dos empresários, que insistem em praticar desrespeito em cima de desrespeito contra a população, principalmente, em termos de cumprimento de horário, frota insuficiente, redução de veículos e demora nos terminais.

Fonte: Rondonoticias

SÃO PAULO

Para empresas, cartão diminui assaltos

Baurú - Os representantes das três empresas que operam o transporte coletivo em Bauru saíram confiantes da reunião com a Polícia Civil ontem. De acordo com o gerente operacional das empresas Baurutrans e Grande Bauru, José Edson Alves, a principal arma contra os assaltos é o trabalho conjunto entre polícia, empresas e a população. Para ele, os usuários podem colaborar a evitar assaltos usando cartão ao invés de dinheiro.

“Se não houver dinheiro nos ônibus, os assaltos acabam”, destacou. Ele ressalta que, em média, 65% dos usuários já usam o cartão eletrônico para fazer as viagens. “Tanto que, em alguns assaltos, o valor levado é muito baixo. Tivemos um de apenas R$ 3,00. Isso desencoraja o ladrão a fazer um assalto, correr riscos, para levar pouco dinheiro”, explica.

Visando reduzir o percentual de usuários que pagam passagem com dinheiro, as empresas vão lançar um cartão de duas unidades. “Nosso foco são as empregadas domésticas e os prestadores de serviço, como pedreiros, que pegam o dinheiro dos patrões aos poucos e não compram o cartão. São pessoas que pagam o ônibus em dinheiro”, explica.

O uso de dinheiro ao invés de cartão é mais comuns em linhas de ônibus que ligam bairros da periferia a regiões mais nobres de Bauru, muito usadas por empregadas domésticas. “As patroas deveriam se conscientizar e orientar as empregadas a adquirir o cartão, ou, ao invés de pagar o transporte em dinheiro, comprar os cartões para suas empregadas”, destacou.

Alves fez questão de ressaltar que a ausência do cobrador em algumas linhas não têm relação com os assaltos. “Ontem (anteontem) mesmo um carro foi assaltado de dia, com motorista, cobrador e passageiros. Então não é porque não tem cobrador que o carro vai ser assaltado. Cobrador não é segurança”, disse.  

Fonte: NTU / Jornal da cidade de Bauru

SAMBAIBA

Sambaíba usa combustível alternativo em ônibus urbano
 
Listada entre as maiores do País, a frota de ônibus do paulista Grupo Sambaíba, iniciou o uso de biodiesel na proporção de 2% (B2), para movimentar os motores de seus 4 mil ônibus, disse a este jornal o fundador do conglomerado que emprega 15 mil pessoas, o empresário Belarmino da Ascenção Marta. Com essa medida, o grupo se antecipa à Lei do Biodiesel 11097/05 que só torna obrigatória a adição de 2% em 2008 e 5% (B5) em 2013.

O Grupo Sambaíba consome por ano 120 milhões de litros de diesel. A adição de 2% significa, portanto, 2,4 milhões de litros de biodiesel. O grupo adquire o combustível já com a adição de 2% de biodiesel das distribuidoras Shell e BR Petrobras. "Até ano passado comprávamos só da Shell, depois disso, por uma questão de conveniência comercial, passamos a dividir o fornecimento", disse Belarmino Marta.

Ainda de acordo com o empresário, a decisão foi tomada com o aval técnico das montadoras que fornecem os motores. O grupo tem uma frota de 4 mil ônibus e 96% dos chassis da marca Mercedes-Benz. Os demais 4% são fabricados pela Scania e Volvo. Nas carrocerias, a composição da frota envolve 40% da marca Caio/Induscar, 40% Busscar e 20% Marcopolo.

Da frota do grupo, 1,4 mil ônibus estão concentrados na operação urbana da cidade de São Paulo. Os demais 2,6 mil ônibus operam em 15 cidades paulistas. (Ariverson Feltrin)
Fonte: Web Transpo

GONTIJO

Gontijo começa a receber chassi para encarroçamento
 
O conglomerado que reúne as operadoras Empresa Gontijo de Transportes e Companhia São Geraldo de Viação começam a receber neste mês os 154 chassis da marca Scania que encomendaram no primeiro semestre.

Os chassis, todos Scania equipados com motor de 420 cavalos, serão equipados com carrocerias de três marcas: Busscar, Marcopolo e Caio/Induscar.

A catarinense Busscar ficou com maior lote, 104 unidades. A gaúcha Marcopolo absorveu 40 carrocerias, enquanto a paulista Caio/Induscar teve 10 unidades.

Cada ônibus completo - chassis mais carroceria - custa em torno de R$ 440 mil. Com isso, a encomenda totalizou um valor de R$ 67,8 milhões. A compra foi financiada pela linha Finame do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com repasse negociado com o Bando do Brasil.

Segundo o fundador do Grupo Gontijo, Abilio Gontijo - homenageado dia 2 de julho pela montadora como o maior frotista de ônibus Scania do mundo - os veículos serão utilizados para a renovação da frota. "Temos quer ter os ônibus prontos até novembro para colocá-los em operação no final do ano", diz o empresário. Dos 154 ônibus, 150 deles serão distribuidos entre a Gontijo e São Geraldo - os outros quatro irão para a São Cristovão, outra empresa do grupo com atuação na região de Patos de Minas.

Os ônibus do conglomerado Gontijo, cerca de duas mil unidades, rodam 240 milhões de quilômetros por ano com média de consumo de 3,1 km por litro.

Mercado de chassisO mercado doméstico de chassis de ônibus no período de janeiro a junho fechou com 13.064 unidades, segundo boletim da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Trata-se de um volume recorde no período. E superou em 20,7% os seis primeiros meses de 2006, com 10.820 chassis.

A Mercedes-Benz liderou o primeiro semestre de 2007. Teve 53,8% das vendas - em 2006 tinha 52%. Em segundo lugar veio a Volkswagen, que ficou com 28% da comercialização de chassis de ônibus (ano passado detinha 26,9%). A terceira colocada, Agrale, com 13,4% do mercado, ficou abaixo da fatia do ano passado (15,8%). Em quarto lugar, veio a Scania com 3,7% (3,1% em 2006). O restante ficou com Iveco e Volvo.

Para dar conta do aquecido mercado doméstico, as fábricas de chassis estão com atividades intensas. De janeiro a junho de 2007 a produção de ônibus atingiu 19.375 unidades, recorde de todos os tempos no período.

Nas exportações, há uma retração. Nos primeiros seis meses do ano, as vendas externas de chassis alcançaram 6.503 unidades, volume com queda de 14,6% se comparado com o mesmo período do ano passado.

Ainda com a queda - reflexo, também, do real valorizado, as exportações de chassis de ônibus mantêm alto patamar quando confrontadas com outros periodos.

Com efeito, desde 1961 até 2003, a média anual de embarques de ônibus para o exterior foi de 2.850 unidades. Isso é menos da metade do volume exportado nos seis meses de 2007.

kicker: No período janeiro a junho de 2007 a produção de ônibus atingiu 19.375 unidades, recorde no período (Ariverson Feltrin

SÃO PAULO

Terminais
Barjas anuncia parceria com a Aetup para investimentos em torno de R$ 710 mil em obras

Piracicaba - Fernanda Pontes está cansada de pegar ônibus no terminal central todos os dias para ir ao trabalho. São bilheterias com filas imensas, banheiros em condições precárias. "Olha, é difícil até enumerar". Ela é apenas um dos cerca de 25% dos trabalhadores de Piracicaba que usam o transporte coletivo para ir ao trabalho - índice de pesquisa da Prefeitura. Para atender essas pessoas, o prefeito Barjas Negri (PSDB) anunciou na última sexta-feira (13) parceria com a Associação de Empresas do Transporte Urbano de Piracicaba (Aetup) para reforma de todos os terminais de ônibus de Piracicaba. O pacote terá custo em torno de R$ 710 mil, dividido entre a Prefeitura e a Aetup. As obras começam entre os meses de agosto e setembro deste ano.

No Terminal de Integração da Paulicéia acontece o maior investimento do pacote, com a troca total do piso local, feita com recursos exclusivos da Prefeitura. Estima-se um custo em torno de R$ 300 mil. De acordo com Barjas, a melhoria representa uma antiga reivindicação da comunidade que usa o terminal, além dos motoristas, que tinham dificuldades em dirigir os ônibus. O piso será agora todo feito em concreto, capaz de suportar diariamente o tráfego intenso na região. O local terá melhorias da iluminação interna e externa, mudança da comunicação visual, pintura geral e reparos nos sanitários.

Mais utilizado de todos, com 57 linhas e 4202 viagens diárias, o Terminal Central de Integração (TCI) vai receber melhorias de iluminação interna e externa, mudança da comunicação visual, pintura geral e reparos nos sanitários e reformas da cobertura do terminal e das bilheterias. O mais popular dos terminais vai receber investimentos em torno de R$ 138 mil, sem contar a construção de um refeitório para os motoristas. "É uma antiga reivindicação dos trabalhadores do local que será feito basicamente com recursos da Aetup", aponta Barjas.

O Terminal de Integração do Piracicamirim vai receber investimentos de cerca de R$ 80 mil, com obras como construção de refeitórios, reformas de cobertura e gradis, pintura completa, melhoria da iluminação interna e externa, e a comunicação visual. As reformas do Terminal do Cecap terão o valor em torno de R$ 32 mil e as obras no Terminal Vila Sônia vão ficar em torno de R$ 25 mil, com obras semelhantes a dos demais terminais. O representante da Aetup, Noedir Davanzo, destaca que as reformas "vão ajudar a tornar o transporte público mais agradável".

A Prefeitura vai comprar 15 novos abrigos de ônibus, com investimento de cerca de R$ 91 mil. Estes abrigos serão instalados em cinco avenidas da cidade: Dona Francisca, Barão de Serra Negra, Armando Salles, Independência e Carlos Botelho.

De acordo com o chefe de Transportes da Secretaria de Trânsito de Piracicaba (Semuttran), Vanderlei Quartarolo, foram instalados 50 novos abrigos e dez novas das chamadas "estações de conexão" - em que as pessoas podem descer uma vez sem precisar pagar -, além da reforma e instalação de 80 abrigos em diferentes bairros.

São Jorge

Entre os principais investimentos da Prefeitura na área do transporte público, o prefeito Barjas Negri destaca a construção do sexto terminal de ônibus em Piracicaba, no bairro São Jorge. O terminal terá área de 5850 metros quadrados, com investimento de R$1,5 milhão, para atender 29 bairros, entre eles o São Jorge, Novo Horizonte, São José, Planalto, Itapuã, Paineiras e a Zona Rural - o número de moradores atendidos pela obra gira em torno de 30 mil.

Fonte: NTU / Gazeta de Piracicaba



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